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Mensagens

Varicela! E agora?

Por essa eu não esperava!
Fui ingénua o suficiente para pensar que ela ia escapar. Alguns coleguinhas  da creche já tiveram e ela ainda nada, até que estava a tirar a roupa para lhe dar banho quando me dou conta de dois pontinhos vermelhos no barriga. Ainda pensei em mosquito (pernilongo), mas seria estranho picadas ali com tanta roupa que vestimos no inverno! Comecei a olhar mais de perto  daquilo de repente deixou de parecer picada de mosquito e veio o pensamento: ai não! Já tinha três nas costas, essas pequenas bolhas com líquido... 
No dia seguinte vamos à médica de família para ver e confirma-se: é mesmo varicela (catapora).  O que fazer agora? Bom, para começar vamos ficar de molho em casa, 10 dias de baixa para a mãe ficar com a Pipoca. Comprar um remédio para evitar que ela se coce e outro para secar as bolhas. Para a coceira foi recrutado Atarax que eu pouco dei. Não gostei do que li na bula. Para secar foi recrutado um líquido rosa, Caladril, para passar depois do banho. Ma…
Mensagens recentes

E o mano, é para quando?

Esta é uma pergunta que ouço muito ultimamente. 

Aliás, acho que é uma pergunta que toda mãe de filho único ouve muito. Eu própria antes de ser mãe já fiz esta pergunta algumas vezes. Parece e uma pergunta inocente e talvez seja, mas...
É incómoda. É constrangedora. É incómodo as mães que podem até já estar a tentar ter outro filho e não está a correr tão bem como esperado, é para as mães que não querem para já ter outro filho e também o é para as mães que não querem outro filho, de todo. Hum, se é uma pergunta inocente, então porque é tão constrangedora? Simples: porque seja qual for a opção da mãe, terá sempre que dar alguma explicação a respeito de algo que é, ou pelo menos deveria ser, uma opção só sua, ou do casal. É assim, foi sempre assim e se a sociedade não mudar a sua forma de ver a família, principalmente a mãe, será sempre assim, infelizmente. 
Demorei dois anos e meio a engravidar. Na minha cabeça esta era diferença que gostaria de ter entre dois filhos, então a idade com…

Minha filha come sabão!

Parece mentira não é?
Mas acho que há muitas mães que vão se identificar com essa fase da minha Pipoca.
Está uma louquinha, por assim dizer! Fase deliciosa, faladora, cantante, gozona e ao mesmo tempo birrenta que dói! Mas como se costuma dizer, é uma fase e temos que aproveitar ao máximo tudinho... até as birras, que nem são assim tão mal como pintam, pelo menos as dela facilmente lhe passam.
Ah, pois é, mas não vim falar das birras! Vim falar da novidade que é comer sabão e não só. Depois de um período complicado para dar banho na Pipoca (depois de lhe tirar a banheira de bebé e começar a dar banho de chuveiro), optei por encher um pouquinho a banheira da casa de banho e colocar uns brinquedos para ela se distrair, santo remédio! O banho começou a ser um prazer e até dura mais do que muitas vezes eu gostaria, porque ela se diverte ali na água. Deita, rebola, mergulha... e bebe água. Tenha ela feito ali xixi, tenha já lavado o cabelo e o corpo com a água cheia de espuma... parece que…

2 Anos de Pipoca

Então dia 29/12/2017 a minha Pipoca completou o seu segundo ano de vida!
Eu poderia ficar aqui, a fazer aquela declaração de amor, tal como fiz exatamente há um ano, mas não vou. Seria praticamente transcrever tudo o que escrevi... por isso, o que sinto está tudinho aqui: "E um ano se passou..."
Hoje vou falar do prazer que me deu fazer o bolo para cantar os parabéns na creche. Ano passado eu ainda não sabia fazer bolos! A sério! Todo bolo que eu fazia ficava lindo no forno, mas assim que saía de lá era um total desastre: murchava e ficava tipo mironga, um tipo de pudim. Há alguns meses resolvi pesquisar porque os bolos ficam assim e descobri que tem a ver com a temperatura dos ingredientes e a força com que se bate a massa... daí passei a aquecer os ingredientes que dão para aquecer e a bater a massa no liquidificador (na falta de uma batedeira). Agora faço bolos lindos no forno e fora dele! Por isso mesmo resolvi este ano ser eu a fazer o bolo... 
Inicialmente imaginei faz…

Rejeita o pai, o que fazer?

Este é um tema difícil. Difícil de falar sobre e ainda mais difícil lidar com a situação. Dói à mãe, dói ainda mais ao pai. Sempre que falo com alguém sobre o assunto até me vêm as lágrimas aos olhos. Eu sei que pode ser apenas mais uma fase e vai passar, mas custa muito...
Desde que ficou doente, no início da semana passada que a Pipoca mudou o seu comportamento com o pai. Foi a semana em que o pai começou no trabalho novo e uma semana que a mãe tirou de férias antes de começar também no novo emprego, então foi a mãe a ficar com ela em casa. Mas até aí novidade nenhuma, pois por norma tem sido assim, raras exceções. A novidade é que desde então ela deixou de aceitar tudo que venha ou seja relacionado ao pai.
Beijos, esquece lá isto, ele leva logo com um NÃO bem vincado e se insistir com tapas na cara. Abraços, esperneia e grita como se lhe estivesse a bater. Até olhar não pode. Se encosta em mim ou apanha algo meu, como por exemplo o telefone, ela lhe tira das mãos e vem dar-me. Mui…

Otite... novamente!

Parece que terei mesmo que ir a um otorrino com a Pipoca. Há cerca de 10 dias voltou a ter uma otite. Foi sem qualquer aviso. 
Ela por duas noites dormiu mal, mexia-se muito e acordava chorando... mas nada de febre, nada que me dissesse: "lá vem outra otite". De repente, antes mesmo de aparecer uma febre, lá vejo o ouvido a escorrer... e lá vamos nós ao médico para receitar antibiótico. 
Coitada da miúda! Tão pequenina e já perdi as vezes que tomou antibióticos... mas como já contam quatro otites no mesmo ouvido, vamos marcar uma consulta com um otorrino para tentar descobrir o motivo dessas otites de repetição e formas de prevenir. 
Dificuldade? Dar-lhe o antibiótico... Ela simplesmente não aceita tomar o remédio e se forçamos ela vomita tudo. Opções? Tal como já disse em outras postagens, o leite. Mas sabem que mais? Desde que começou a tomar o antibiótico começou a rejeitar o leite...  Já não aceita o leitinho da deita, não bebe leite de manhã. Durante a noite, só há dua…

A noite toda...

Ontem minha Pipoca completou 23 meses e dormiu a noite toda. Foi estranho! Eu sei que as crianças têm o seu tempo para tudo e tenho esperança que esse seja o momento dela de dormir a noite toda todos os dias.

Mais estranho foi a reação da mãe, que ao invés de aproveitar e tirar o atraso acordou umas quantas vezes, uma hora para ir à casa de banho, outra só porque sim, porque está acostumada a acordar. Nestas vezes só se perguntava se a Pipoca estaria bem, porque estranhava que ela não acordasse, seja pela fralda, seja para o leite.  Até tem piada! A mãe está sempre à espera que afilha durma e quando acontece é ela quem não dorme! Se for para continuar, pode ser que a mãe volte a criar o hábito de dormir.... mas não imaginava que seria assim!

Não quero criar grandes expectativas, mas é difícil não o fazer! Acho que é o sonho de toda mãe, um luxo de mãe dormir uma noite inteira... eu quero ter esse luxo, pelo menos até que a Pipoca tenha um mano ou mana! É pedir muito?

Acho que mereço!☺…

Eu romantizo a maternidade sim!

Parece que foi ontem. 

Acho que sempre que falo de mais um mês da Pipoca profiro esta frase. Mas é porque parece mesmo!
Há tão pouco tempo era uma bebezinha frágil, careca e desdentada com o sorriso mais lindo do mundo, hoje é uma menina cabeluda, com a boca cheia de dentes e toda dona de si... 
Já se passaram 23 meses!
Como assim 23 meses? Ah pois é! Sabem quando dizem que as pessoas romantizam demais a maternidade e que deviam mostrar mais o lado feio? Acho que sou incapaz. Eu sou uma dessas pessoas que romantiza a maternidade. Admito. Mas não sei ser de outra forma... devo ser romântica por natureza!
Como não romantizar? Tive uma gravidez "santa", sem enjoos, sem problemas de saúde, sem sustos. O trabalho de parto foi quase todo "sem sentir"... tinha cólicas, mas facilmente suportáveis, tanto que demorei a ir para o hospital e mais um pouco a moça nascia em casa ou no carro! O parto em si foi super descontraído e natural, tranquilo demais! A recuperação, essa en…

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